terça-feira, 5 de novembro de 2013

Frio, gelado ou quente o importante é "ter chá"

Uns apresentam as suas narrativas, outros protagonizam acontecimentos "inenarráveis, quer uns quer outros são exemplos retirados da esfera política. 
Um de muitos defeitos dos políticos portugueses é o de se acharam merecedores de uma absoluta reverência, pois cada vez que fazem aparições públicas gostam de se fazer esperar, é um comportamento que me faz alguma espécie, e que me deixa a pensar na hipótese de os ditos, se quererem substituir a el rei D. Sebastião! Mas isto sou eu a pensar... 
Ora, a última do género foi protagonizada por Paulo Portas que se atrasou um bocadinho, convenhamos, obrigando a comunidade portuguesa em Macau a esperar por sua excelência, o vice primeiro ministro, nada mais nada menos que duas horas, cento e vinte minutos, sete mil e duzentos segundos... Como pessoa importante que se julga, não se dignou a dar qualquer explicação.
Claro está que os chineses não estão para aturar este tipo de pedantismo e não se fizeram rogados na hora de qualificar o ato de sua excelência... como inenarrável e de uma grande falta de chá!
Permita-me uma sugestão excelentíssimo vice primeiro ministro, para a próxima documente-se relativamente aos hábitos e costumes do país que visita, faça o trabalho de casa e seja um bom aluno, aproveite e peça também umas dicas de etiqueta à Paula Bobone e já agora, compre umas caixas de chá... esteve na terra dele!

p.s. Amanhã prometo que não falo de políticos do atual executivo... A não ser que haja mais uma ou outra pérola!

O cavalo do inglês

Crato diz que portugueses precisavam "trabalhar um ano sem comer" para pagar a dívida.
Perante esta pérola de mais um dos ministros da tutela, lembrei-me da anedota do cavalo do inglês... Quando o cavalo, após um período de redução constante do seu alimento, estava quase desabituado de comer...eis que morre!
Façam-se as devidas comparações!

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Pizzas e presentes de Natal

O fim de semana é propício á prevaricação e, de quando em vez, lá se faz um jantar de pizza... foi o caso do jantar de domingo à noite. 
Decidido que estava o menu, fez-se o telefonema da praxe e encomendou-se a iguaria italiana a uma empresa portuguesa... a fome começava a fazer-se sentir e não havia maneira de chegar o homem das pizzas, a cada som de motorizada alguém arriscava a urgência da entrega... o tempo foi passando e nada... entretanto, tocou o telefone e fui informada que o rapazinho das pizzas tinha sido assaltado num quando parou num semáforo, as pizzas foram furtadas por um grupo de jovens (provavelmente esfomeados, digo eu!), que ainda tiveram a imoralidade de agredir o funcionário, deixando-o em situação de tratamento hospitalar. Perante isto, a entrega seria feita o mais rapidamente possível e a custo zero para o cliente, como forma de compensação pela espera forçada. 
Fiquei estupefacta e muito incomodada com o sucedido ao ponto de sugerir que, poderiam adotar uma boa prática contra estes energúmenos que desrespeitam e molestam quem trabalha. Que tal fazer uma fornada de pizzas enriquecidas com uma boa dose de laxante, para não dizer mais, e fazer-lhes uma entrega ao domicílio? O Natal está à porta, temos que ser solidários e ajudar quem precisa...

domingo, 3 de novembro de 2013

"Cheira a lua, cheira a Lisboa."

Uma sugestão musical que mistura pop, folk  e o calor da língua francesa, para um fim de domingo, na voz doce e melodiosa de Wendy Nazaré em dueto com Pep's.
Um hino a Lisboa...

sábado, 2 de novembro de 2013

Sabor a sábado #13


Um lanche com "bolinhos" de frutos secos para não deixar morrer a tradição gastronómica do dia de Todos os Santos... Por cá não faltaram as nozes, as passas de figo, as sultanas e para combater a "depressão" do feriado aniquilado, bagas de goji!


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Bolinhos ou "eurinhos"?

Apareceram cá por casa, ao início da noite, dois miúdos em idade escolar a pedir os "bolinhos", é assim que se chama ao "Pão por Deus", cá por estes lados. Fiquei na dúvida se o que queriam era um bolinho ou um dinheirinho... mas como me pediram bolinhos e não eurinhos, dei-lhes bolinhos!
Crianças, se não vos dei o que queriam a culpa foi vossa... é de pequenino que se aprende a chamar as coisas pelo nome... quem não arrisca não petisca, ou melhor, quem não chora não mama...muito mais apropriado.

Em dia útil, um trabalho "abençoado"

No tempo dos outros senhores, hoje era "dia santo de guarda", como se diz cá pelas minhas bandas, em particular, por aqueles que se confessam católicos e para os outros era feriado, independentemente dos critérios religiosos de cada um, comungava-se o facto de ser um dia em que não se trabalhava.
Mas, como dizia o poeta, mudam-se os tempos, mudam-se as vontades e a vontade dos senhores de hoje, foi esta e lá se fez mais um corte, desta vez no dia santo feriado, porque o país tem que produzir, tem que ser competitivo e a economia tem de ser relançada e, convenhamos, oito horas de ausência de trabalho é muito significativo, tendo em conta o número de almas lusas empregadas na terra que as viu nascer...
Contudo, tenho de reconhecer que o facto de hoje ser um dia útil, foi mesmo muito útil, o que seria de nós, se hoje os trabalhos na Assembleia da República estivessem encerrados... não teríamos o Orçamento de Estado aprovado e isso sim, seria um prejuízo enorme para o país, para a sua cotação nos mercados, para a sua reputação face à troika.
Fico muito mais descansada, por saber que desta vez o exemplo de trabalho veio de cima, só tenho pena de nem sempre esse trabalho ser um bom trabalho, um trabalho abençoado...hoje, parece-me que foi o caso...parece-me!