terça-feira, 7 de maio de 2013

Opá! Não posso...

 
Os hábitos de higiene e etiqueta da generalidade da  população são muitas vezes alvo de comentários, preconceitos e repulsa. Nós portugueses, falamos muito da falta de cuidados higiénicos e estéticos dos estrangeiros que nos visitam e poucas vezes falamos dos nossos, entenda-se, portugueses. Sim, porque os portugueses (alguns), também têm hábitos que de elegância e delicadeza pouco ou nada têm. E não se fique a pensar que esta falta de cuidados é obra de classes sociais mais baixas ou faixas etárias elevadas. De todo!
 
Assisti recentemente à confirmação do que acabei de escrever. Estava eu, num estabelecimento comercial algures neste pequeno país de Heróis do Mar, a aguardar pacientemente a minha vez para ser atendida e as conversas cruzavam-se. Uma dessas conversas era protagonizada por uma pessoa muito versada e localmente reconhecida na área das farmácias que verbalizava conhecimentos científicos sobre a cura para cataratas e olhos que lacrimejavam. Reconheço que tinha um pequeno auditório a ouvir os seus sábios e especializados diagnósticos e prognósticos. Teve, felizmente, um auditório mais reduzido ainda, quando passou das palavras aos atos e resolveu ver-se livre do resto de saliva que ainda lhe restava...saiu e cuspiu generosamente para o chão num ato libertador, catártico e lamentavelmente parco em civismo.
 
Opá! Não posso! Até fiquei mal disposta com o delito...pobres pedras da calçada que estão sujeitas a tanto desrespeito!

Fim de tarde...de segunda feira

 
Há lá coisa melhor para terminar uma tarde de segunda feira (só o pior dia da semana), do que entrar na nossa limousine e ela... amua e recusa fazer a viagem de regresso a casa? Pois, não há!
Com a cabeça praticamente em água, farta de tentar dar sermões, lições de moral, comportamentos cívicos e até educação em fases tardias de desenvolvimento, só me faltava mesmo ter o carro avariado e esperar que a cabeça se afogue.
 
Primeiro passo: pôr em prática os meus conhecimentos de mecânica, basicamente abrir o capot da limousine e perder o olhar em tubos, fios anilhas, parafusos e...ficar na mesma;
Segundo passo: fazer uso do charme e retórica femininos e convencer duas ou três pessoas a empurrar a limousine e...a dita continuar na mesma;
Terceiro passo: chamar a assistência em viagem e ficar à espera do reboque...chegou e chegou também a solução para o meu problema:
- "Menina tem de
comprar uma bateria nova."-sabedoria de experiência feita.
Quem sabe, sabe! Quem não sabe, é como quem não vê!

domingo, 5 de maio de 2013

Lavar a cara...

O Lavar a cabeça mudou de look!
Mudou de cor (mas não é um camaleão), deixou as cores frias de inverno e rendeu-se às cores quentes de verão para antever dias alegres e bem humorados.
 
Esta mudança de look parece-me que confere uma maior maturidade ao blogue...o blogue tem crescido um bocadinho (obrigada a todos!), e penso que já não se justificava um design ingénuo e "preso" a um universo ligeiramente infantil.
Temos assim um blog que lavou a cara mas que continua com o mesmo tipo de conteúdos, não havendo assim alterações de fundo.
 
Não posso deixar de agradecer à C.S. pelo arranjo gráfico pois sem ela nada disto teria sido possível, não só o design do blogue como também as sugestões, críticas e força que constantemente me tem dado para continuar neste mundo blogosférico.
Para os meus leitores e seguidores, espero que esta nova cara seja do vosso agrado e que a motivação para me visitar não se esgote no colorido do grafismo.
Obrigada a todos!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Upgrade

 
 
Novas atualizações dos "meus, nossos" morangos...
 




...este já era!


quinta-feira, 2 de maio de 2013

Glorioso, SLB...

SLB, SLB, SLB
Glorioso SLB
Glorioso, SLBBBBB

Ser benfiquista
é ter na alma a chama imensa que nos conquista
lá, lá, lá, lá
....
São papoilas saltitantes
(hoje até a pastilha elástica do Jorge Jesus foi saltitante),

A (in)sustentável dureza da dor

 
Aqui há uns tempos andei empenhada em curar as minhas dores na coluna, pois achava que não tinha qualidade de vida com uma maleita latente e persistente. Inicialmente, pensei que isto de estar três horas por dia, alapada ao volante de um automóvel e outras tantas (também alapada), frente ao computador, não podia mesmo fazer bem à coluna. Como não podia evitar esta fatalidade, o melhor mesmo era ir ao médico...e fui...e vim de lá carregada de papéis (leia-se exames de diagnóstico), e com uma grande "fézada" na cura da maleita. Mas a coisa não correu como esperava!
 
Na verdade tinha um problema (deveras estranho para mim), na coluna vertebral - "tens a coluna vertebral demasiado direita", palavras do médico, depois de lhe pedir uma explicação mais parca em termos técnicos. A minha reação imediata não poderia ser outra senão de espanto, gargalhada e comentário: "mas isso não é bom?"
Pelos vistos não é lá grande coisa, tendo em conta a explicação primeiro muito elaborada e depois traduzida para linguagem de senso comum do experiente médico.
Desta vez, não vim muito esperançada na cura, apesar do médico me mandar ir à botica comprar uns drunfos. Fui... tomei os drunfos...e confirmou-se a minha fraca esperança!
Continuo com a maleita, continuo alapada no automóvel e menos alapada frente ao computador. Quando me perguntam se estou melhor das costas, dou comigo a responder: já me habituei a (con)viver com a dor! E dou comigo a pensar, também, que este tipo de resposta pode ser sinónimo de envelhecimento e da resignação que o acompanha... ou pode ser culpa do automóvel, deve ser, porque quero muito que seja!
 
   

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Arroz com gorgulho


Este ano não há promoção do Pingo Doce....Foi um ato único, excecional e irrepetível, como foi dito pelo grupo Jerónimo Martins.
Cá para mim, desconfio que as despensas dos que entraram na "corrida" ainda estão compostas, quanto mais não seja com o gorgulho do arroz.