quinta-feira, 30 de julho de 2015

sábado, 25 de julho de 2015

Sabor a sábado #96





Com recheio a combinar com a cobertura e morango a reinar...
Bom sabor a sábado


segunda-feira, 20 de julho de 2015

sábado, 18 de julho de 2015

Sabor a sábado #95





Dias quentes pedem sobremesas frescas...
Tarte de nectarina... Para comer bem fresca!
Bom sabor a sábado! 


sexta-feira, 17 de julho de 2015

A minha matemática... E a dos outros...

Em tempos de "vacas magras" proliferam as tentativas de arranjar dinheiro fácil que possa fazer face às necessidades básicas ou não, das pessoas. Aumentam exponencialmente as vendas de Raspadinhas, lotaria e também a nova onda das apostas em jogos na Internet.
Um destes dias, assisti a uma conversa entusiasmada, mas não entusiasmante para mim, de alguém, um adulto feito, que recentemente se tinha iniciado no jogo de apostas da Internet, nomeadamente na área do futebol. Dizia que era uma forma de se distrair, ocupar o tempo e ainda assim, ganhar algum dinheiro extra. O entusiasmo era tal, que até já se tinha inscrito na Academia do guru deste tipo de jogos, o português Paulo Rebelo, um rapazito novo, que ao que parece tem uma vida muito confortável financeiramente falando.
Quando lhe perguntaram quanto já tinha ganho, respondeu com o mesmo entusiasmo, que aposta pouco e como tal o máximo que ganhou foram 5 euros. E quanto perdeu? 12 euros... "Mas está a correr bem, quando ganhei os 5 euros, nem queria acreditar, fiquei muito feliz!" - dizia esta mulher, que quer ser a mulher das apostas em Portugal e, quiçá no mundo, com um brilho nos olhos e um sorriso de "orelha a orelha".
Então, mas 12 não é mais que 5?

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Desculpa lá, pá!

Dizer que a humanidade está completamente despojada de valores é, hoje em dia e infelizmente, um lugar comum. No entanto, dizer isto quando estamos a pensar naqueles que julgávamos próximos, naqueles que aceitamos no nosso círculo de amigos é muito triste e faz-nos pensar seriamente nas escolhas que vamos fazendo ao longo da nossa vida. Pensar que se conhece alguém, que o consideramos, que lhe suportamos as angústias, que lhe ouvimos os desabafos, que lhe damos o ombro quando nem precisa de o pedir, é pensar que temos ali um amigo... Mas, um dia por uma observação infeliz que esse alguém tem a petulância de fazer, apaga-se aquela luz que durante dois ou três pares de anos julgávamos para sempre acesa... Apagou-se para sempre.
Surpreende-me também a forma leviana como as pessoas dizem o que lhes vem à cabeça e entendem que a gravidade das palavras é inexistente e rapidamente se apaga o que se disse, com um pedido de desculpas, como alguém que involuntariamente, nos dá uma pisadela num supermercado em dia de promoções.
Se tenho alguém assim na minha vida? Sim, tinha!

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Sem saída?


Imagem retirada do Facebook

Parece-me que ainda falta aqui um sinal de trânsito: estrada sem saída!