quarta-feira, 17 de abril de 2013

Com queda para o campo

Como o prometido é devido cá vão as novidades:

- bom tempo é sinal de rua e passeios ao ar livre e no domingo lá fui eu sentir o ar do campo, respirar os cheiros da época e fazer o registo para memória futura.

Equipada a rigor, comecei por inspirar os pós, olhar as belezas silvestres...


 ...o piso não convidava à elegância de uns stilettos, o que para mim não era novidade por isso, os tenis foram os meus melhores amigos, pelo menos ajudaram-me a amortecer a minha queda aparatosa que resultou em danos próprios significativos: joelho arranhado, mãos tatuadas com arranhões imperfeitamente desenhados e um ombro deslocado, pronto quase deslocado!
 

Não! Não é um covil de javali ou toca de coelho...ao que me pareceu, está desabitado e segundo pude apurar, esta "caverna" resultou da retirada de barro para a construção das casas dos séculos passados...casas de pedra e barro.
 


 ...agradeci a todos os santinhos esta água cristalina que anestesiou as minhas tatuagens!


Finalmente anestesiada... passei à fase da dormência! Socorro! Fui atacada por um enxame de abelhas (ok! algumas), que encontraram na minha cabeça um aeroporto e no meu braço um bom sítio para testar os ferrões! E que testes! Valeu-me o aroma de um ramo de alecrim que, provavelmente, nauseou as feras...

...este contacto animal revelou-se, felizmente, inofensivo!





...consegui sobreviver às desventuras, mas ficaram algumas mazelas e foram essas que me obrigaram a estar in pause.
 
Fotografias:
Abrunheira, algures no concelho de Figueiró dos Vinhos


2 comentários:

  1. Nem sei como nunca me estatelei a sério desses penedos abaixo, desastrado como sou!!

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    1. Apesar de desastrada sempre foste muito equilibrada!

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